“Eu releio suas cartas, vivo mexendo nos seus presentes, sempre sorrio pensando em nós, sinceramente, eu tenho tido uma grande dificuldade de expressar o que eu sinto, as palavras são escassas, dizer o quanto eu te amo parece que a cada dia fica mais difícil, eu escrevendo aqui demonstro só uma pequena dose do amor que eu sinto por você, eu escrevo porque eu sei que você sorri lendo meus textos bestas e mal-feitos, mas se te faz feliz é o que me importa.
— (Vito G.)
“Minha mente se perde em um mar pensamentos, parece que está tudo a prestes a ruir, meus gritos são sufocados, meu silêncio me domina, até escrever se tornou uma tarefa dificil, não consigo compreender o que eu sinto, não consigo reproduzir nenhum gesto, só consigo sentir o desespero me consumir.
— (Vito G.)

Mesmo se eu estiver sozinho, eu sei que não estou, porque eu sei que há alguém, em algum lugar, orando pra eu chegar em casa.
“E sozinho, mais uma vez, eu vou pra casa te amando em dobro.
“Poxa, vem pra cá, é tudo tão perfeito quando cê tá aqui, tão calmo, tão doce os seus beijos, como eu queria te ter aqui agora, é abraçado contigo que eu queria ficar o dia todinho, curtindo o teu olhar, af, vem pra cáa pra eu poder te amar de pertinho, sentir o gostinho do teu carinho.
— (Vito G.)
miserabilia:

(btw, is that how you call it? I mean, the class. Wait do you even have law at school?)